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OSBA

 
 
Orquestra Sinfônica da Bahia há 25 anos levando
a música erudita e popular ao público baiano

 

Uma orquestra afinada com o contemporâneo. A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) ultrapassa os limites do erudito e popular para apresentar ao público baiano e aos seus visitantes, um conjunto que prima por sua identidade, valoriza sua história e sotaque.

Criada em 30 de setembro de 1982, a OSBA é uma companhia estadual que integra os corpos estáveis do Teatro Castro Alves. Sob a gestão de Ricardo Castro desde janeiro de 2007, tem como nova proposta redefinir o papel da orquestra na sociedade, com um viés social. Além de uma temporada artística atraente, desenvolve o projeto Neojibá (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), inspirado no projeto Fesnojiv (Sistema Nacional das Orquestras e Coros Juvenis e Infantis da Venezuela). O Neojibá foi lançado em setembro de 2007 com a idéia de tornar a prática orquestral uma atividade fundamental na formação da cidadania, contribuindo na construção ética e cultural de crianças e jovens. O primeiro núcleo, com 107 integrantes de 12 a 25 anos, deu origem à Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia “Dois de Julho” (OSDJ).

As apresentações da OSBA se estendem às cidades do interior do Estado, onde as comunidades também têm a oportunidade de conhecer a música de concerto e um vasto repertório de autores brasileiros e estrangeiros. Em Camaçari, na Cidade do Saber, uma parceria resultou na apresentação da OSBA uma vez por mês.

Para a temporada 2008, a OSBA completa o ciclo Beethoven e Brahms de sinfonias e concertos, iniciado em 2007. Lançou a série “Mozart nas Igrejas”, um trabalho específico sobre a obra do gênio austríaco, e os concertos didáticos, com uma dinâmica criativa e inédita na Bahia. A temporada traz ainda a série “Palestras Concertantes”, na qual o ouvinte pode conhecer um pouco mais a história e as possibilidades sonoras dos instrumentos.

Em sua trajetória, a OSBA esteve sob a regência de conceituados maestros, como Christopher Warren-Green, John Neschling, Isaac Karabtchevsky, Alex Klein e Olivier Cuendet, e acompanhou cantores como Luciano Pavarotti, Montserrat Caballé e Milla Edelman. Destacam-se ainda as apresentações ao lado do Ballet Kirov e Ballet Bolshoi (Rússia), e com o Ballet da Cidade de Nova York, além da participação na montagem de várias óperas.
A OSBA tem três discos gravados: Sonhos de Castro Alves, comemorativo dos 150 anos de nascimento do poeta brasileiro; Sinfonia Baiana, coletânea de composições de músicos baianos, e Brasileiros, com obras dos maiores autores do País.

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