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SERVIÇO:

O quê: OSBA - Concerto Didático

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves

Regência: Eduardo Torres

Solista: Aline Novais e Manuel Vieira

Quando: Dia 17 de setembro

Entrada Franca

 

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OSBA E NEOJIBÁ APRESENTAM UM CARNAVAL DIFERENTE

Apresentação integra a Série Concertos Didáticos, voltada para o público infantil

Para que a meninada possa circular pela música de concerto de maneira prazerosa, a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) e os jovens do Neojibá (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) interpretam, dentro da série Concertos Didáticos, a obra Carnaval dos Animais, de Camille Saint-Saëns (1835-1921), com regência de Eduardo Torres. A peça será apresentada no dia 17 (quarta-feira), às 16h, na Sala Principal do Teatro Castro Alves. A entrada é franca.


Considerada uma das mais emblemáticas do repertório orquestral, a obra será realizada em versão recitante com narração de Rita Carelli, iluminação de Fábio Espírito Santo e cenário de Lorena Sanches. Os solos são dos pianistas Aline Novais e Manuel Vieira.
Para esta temporada, a série Concertos Didáticos foi repaginada, ganhando contornos mais atraentes e lúdicos. "O conjunto de apresentações foi especialmente pensado para o público infanto-juvenil, desde as obras executadas até a concepção cênica", afirma o maestro titular da Orquestra Sinfônica da Bahia, Ricardo Castro, lembrando ainda da importância deste público para a formação de platéias de música de concerto na Bahia. "É um público exigente, que merece uma programação cuidadosa", enfatiza.


Um Carnaval diferente
Mal sabia Camille Saint-Saëns que sua peça Carnaval dos Animais - fantasia escrita na Áustria em 1886, por ocasião da terça-feira gorda em Paris - viria a se tornar sua obra mais célebre. Ele mesmo havia proibido sua circulação, tanto é que a estréia em concerto foi realizada apenas após sua morte.


O Carnaval dos Animais, apesar de sua aparente inocência, representa uma crítica mordaz ao cenário musical de Paris do final do século 19 e é repleta de paródias e referências a outros compositores.


A obra é composta de 14 peças, onde cada andamento e instrumento focam um animal: o rosnar do leão nas cordas e no piano, o elefante no contrabaixo, o canguru nos pianos saltitantes, o cuco no clarinete e o cisne no violoncelo.


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