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Nova montagem de "A Bela ea Fera"
utiliza recursos em 3D e muitos efeitos
especiais |
Pela
primeira vez no Brasil com recursos em 3D,
o musical A Bela e a Fera, dirigido
por Billy Bond, ficará em cartaz, em
curtíssima temporada, dias 06, 07 e
08 de Novembro, no Teatro Castro Alves(TCA).
Com roteiro baseado
na obra de Jeanne-Marie Leprince e inspirado
nos musicais da Broadway e no filme de Jean
Cocteau, a apresentação se destaca
entre as inúmeras montagens que contaram
a clássica história da “A
Bela e a Fera” pelo uso de alta tecnologia.
Logo na entrada do teatro, o público
receberá óculos especiais. Já
na sala de espetáculos estarão
instalados telões com imagens em 3D.
Todo o aparato possibilitará a platéia
ver pétalas de rosas caindo, borboletas
e morcegos gigantes voando pelo teatro.
Os efeitos especiais não param por
aí. Além do filme 3D, há
movimentos de cenário controlados por
computador, iluminação potente,
recursos de gelo seco e técnicas de
ilusionismo de levitação e mágica.
A montagem conta ainda com cinco cenários
giratórios, que mudam com o decorrer
do espetáculo. Segundo o diretor da
peça, a idéia é apresentar
o conto de fadas com uma linguagem mais vibrante
para os jovens da era da internet e dos games.
“É um espetáculo para
toda família. Um show, que mistura
cinema e teatro, onde adultos e crianças
se divertem”, diz Bond.
A produção
do musical conta com 200 profissionais, entre
eles 22 atores que interpretam 40 personagens.
O espetáculo conta ainda com mais de
180 figurinos, 04 cenários giratórios,
15 trocas de palco, 10 toneladas de equipamentos,
muita pirotecnia e efeitos visuais deslumbrantes.
Os diálogos foram adaptados pelo músico
Billy Bond, com cuidados especiais com a dicção.
“A Bela e a Fera”
é o terceiro musical da série
de “espetáculos familiares”,
que a produtora Black & Red desenvolve
sob batuta de Billy Bond, homenageando os
grandes clássicos da literatura infantil.
O primeiro projeto, “O Mágico
de Oz”, de 2005, foi assistido por mais
de 1,8 milhão de pessoas em toda América
Latina. O segundo foi “Pinocchio –
O Musical”, que estreou em 2006 e foi
aplaudido por mais de 900 mil pessoas em todo
Brasil.
Sinopse
- Em uma pequena aldeia vive a Bela uma jovem
inteligente que é considerada estranha
pelos moradores da localidade. O seu pai Marcel,
um ex-comerciante que perdeu toda sua fortuna,
se converte em um inventor que é visto
por todos na cidade como um louco.
Ela é cortejada
por Gastón, um desastrado galã
que pretende casar com ela. Mas apesar de
todas as jovens do lugarejo o acharem um homem
bonito, A Bela não o suporta, pois
vê nele uma pessoa primitiva e horrorosa.
Quando o pai de Bela
é ameaçado covardemente de perder
sua casa por Gastón, caso Bela não
case, ela foge e se perde nos bosques durante
uma tormenta. Para escapar dos lobos que a
perseguem, procura abrigo em um castelo, tornando
se prisioneira da Fera, o senhor do castelo,
que na verdade é um príncipe
que foi amaldiçoado por uma feiticeira
quando negou abrigo a ela.
A Fera e os "moradores"
do castelo que lá vivem, e também
foram transformados em objetos falantes, sentem
que esta pode ser a chance do feitiço
ser quebrado. Mas isto só acontecerá
se a Fera amar alguém e esta pessoa
retribuir o seu amor. Só que tem de
ser rápido, pois quando a última
pétala de uma rosa encantada cair,
o feitiço não poderá
mais ser desfeito.
Inspirado no livro
original, musicais da Broadway e no livro
e filme de Jean Cocteau, o espetáculo
é baseado na obra de Jeanne Marie Leprince,
que em 1748 publicou sua primeira obra “O
triunfo da verdade”. Entre 1750 e 1780
escreveu quatro volumes de contos, entre os
quais estão os mais conhecidos em:
“Le Magasin dês Enfants”
(A Revista das Crianças) que inclui
o conto “A Bela e a Fera” e no
filme de Jean Cocteau e as inumeráveis
montagens na Broadway e no mundo.